Durante a nossa manhã do dia 19 de abril de 2013, visitamos o Zoológico de Brasília. Os alunos puderam conhecer e aprender sobre os animais presentes no Zoológico de Brasília, os monitores e professores explanaram a respeito dos seus hábitos e principais características dos animais. Foi uma aula na prática, proveitosa e divertida! Tivemos a oportunidade de visitar até o borboletário e aprender mais sobre a metamorfose da borboleta!
A Escola Classe 2 da Candangolândia, inaugurada em 1965 com o nome de Escola Classe da Zoobotânica, tem hoje mais de 600 alunos, sendo que mais de 200 estão na fase de alfabetização. É uma escola que valoriza o aluno, tem vários projetos, possui um espaço físico excelente e grupo de funcionários de extrema competência.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Visita ao Zoológico de Brasília
Visitamos o Zoológico de Brasília com os alunos dos 1ºs, 2ºs, 3ºs anos e Classe Especial.
Durante a nossa manhã do dia 19 de abril de 2013, visitamos o Zoológico de Brasília. Os alunos puderam conhecer e aprender sobre os animais presentes no Zoológico de Brasília, os monitores e professores explanaram a respeito dos seus hábitos e principais características dos animais. Foi uma aula na prática, proveitosa e divertida! Tivemos a oportunidade de visitar até o borboletário e aprender mais sobre a metamorfose da borboleta!
Durante a nossa manhã do dia 19 de abril de 2013, visitamos o Zoológico de Brasília. Os alunos puderam conhecer e aprender sobre os animais presentes no Zoológico de Brasília, os monitores e professores explanaram a respeito dos seus hábitos e principais características dos animais. Foi uma aula na prática, proveitosa e divertida! Tivemos a oportunidade de visitar até o borboletário e aprender mais sobre a metamorfose da borboleta!
terça-feira, 2 de abril de 2013
22 de março - Dia mundial da água
22 de março - Dia Mundial da água
A água é um recurso da natureza indispensável à vida.Sua importância tem sido discutida e mostrada em todos os recursos da comunicação para conscientização da humanidade.
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. Esse dia, à cada ano, é destinado à discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
A ONU divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” , que aponta o dever de cada cidadão no cuidado com esse bem precioso da natureza.
No acervo da Sala de Leitura Cora Coralina , há um livro da autora Patrícia Engel Secco, O maior tesouro da Humanidade , que nos trouxe a ideia para a atividade trabalhada com os educandos nessa data de tamanha relevância..
No primeiro momento foi lançada a pergunta individual:
Para você qual o maior tesouro da humanidade?
As opiniões foram recolhidas e expostas em mural para apreciação de toda a escola.
Foi percebido a diversidade de respostas e os valores passados pelos alunos:
1º - Família
2º - Valores
3º - Deus e Jesus
4º - Natureza
5º - Àgua
4º - Natureza
5º - Àgua
6º - Dinheiro
7º - Outros
A finalização do trabalho foi feita de sala em sala , e com a apresentação do mural com a frase "Água o maior tesouro da humanidade.
A maior riqueza dessa atividade foi a expressão de cada aluno através das ilustrações e escrita.
Parabéns alunos da E.C. 02!
terça-feira, 26 de março de 2013
Sala de Leitura Coralina
“O
QUE É VIVER BEM”
Por Cora Coralina
Por Cora Coralina
Um repórter perguntou à Cora Coralina : o que é viver bem?
Ela disse-lhe: “Eu não tenho medo dos anos e não penso em
velhice. E digo prá você, não pense.
Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo.
Eu não digo estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando
preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me
ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que
lê.
O bom é produzir sempre e não dormir de dia.
Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque
assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima.
Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa.
Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica.
Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio!
Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e
que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não. Você acha que
eu sou?
Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Filha
dessa abençoada terra de Goiás.
Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem
seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer
isso comigo.
Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os
dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e
morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.
O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.
Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo
fazer, com amor.
Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”
Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”
“Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir
ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto
da vida, que o mais importante é o decidir.”
segunda-feira, 25 de março de 2013
El, el, el, Gabriel...
No dia 22 de março nos despedimos de um aluno que nos ensinou muito, Gabriel Mateus Morais Araújo, que estudou 4 anos em nossa escola e vai para para o Centro de Ensino Especial do Guará.
Foram anos de muitas trocas e aprendizagem, desejamos que o Gabriel
continue a trilhar um caminho de muita luz, alegria e entusiasmo que sempre nos
encantou.
Houve uma festa realizada pela Professora Fátima da sala de Recursos junto
as orientadoras Cristina e Eva, a pedagoga
Ana Cláudia, a monitora Cláudia e a
Direção da escola, que convidou o Gabriel e sua turma de 3º ano da professora
Rose a participar desta despedida.
É tempo de páscoa...
Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com
desenhos e formas abstratas; em grande parte dos países ainda é um
costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos
por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia e
portanto, este é uma alusão a antigos rituais pagãos. A primavera,
lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e
renovação associados a deusa nórdica Gefjun.
A lebre (e não o coelho) era o símbolo de Gefjun. Suas sacerdotisas
eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma
lebre sacrificada. Claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes
pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de
Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão
original desta rima.
A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era
naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. Seus
cultos pagãos foram absorvidos e misturados pelas comemorações
judaico-cristãs, dando início a Páscoa comemorado na maior parte do
mundo contemporâneo. Fonte: Wikipédia
A turma do 3º ano da Professora Marlene Aparecida está pintando ovos
para nossa celebração de páscoa e ainda trabalhando cores primárias e
secundárias.
Projeto Mar Brasília
O projeto Mar de Brasília é pensado visando a qualidade de vida em uma comunidade com ferramentas de mobilização e conscientização.
A primeira parte do projeto consiste em receber na escola 25 mudas de plantas do cerrado para serem plantadas pelos alunos do 5º ano após palestra sobre desmatamento, reflorestamento, sustentabilidade e preservação ambiental. Os alunos puderam esclarecer suas dúvidas sobre preservação e ainda recolheram todos o lixo da escola antes de plantar as mudas na nossa instituição.
O projeto ainda oferece uma aula sensacional de educação ambiental que acontecerá abordo de um catamarã pelo Lago Paranoá. Pelo sistema de som o guia transmitirá as informações sobre a criação do lago, a importância dele para umidificar o ar, informações sobre a fauna e a flora do local. Além do conteúdo ecológico, os participantes são estimulados a fazer uso responsável dos recursos hídricos. Estamos ansiosos por essa aula.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Ciclos ou Seriação?
Ciclos ou Seriação? Eis a questão. Ou, não é bem essa a questão...
Mais uma vez estamos perdendo tempo e energia em discutir a forma e não o cerne do problema. A forma é imprescindível para a concretização da idéia, sei disso. Mas, urge colocar à luz questões históricas que, a despeito de todas as teses educacionais respaldadas em pesquisas (importantes ou nem tanto), não foram solucionadas. Parece-me que o sistema de seriação ou de ciclos se não for contemplado por políticas públicas sérias e contínuas que consigam reverter esse quadro crônico de vaidades partidárias, onde cada um quer mudar para criar “fatos” que, necessariamente, não ajuda a educação e não se compromete com o seu objetivo maior que é a aprendizagem, não é bem a questão...
Considerar que a reprovação é a garantia de qualidade e manter o discurso anacrônico de que antes a escola cumpria melhor o seu papel é uma posição ingênua ou, talvez, pouco louvável. Antes, a escola era seletiva. E, estamos falando da escola pública! Ela foi constituída por uma ideologia positivista do saber que excluía por meio de avaliações aferidas por uma média matemática. Educação pública seletiva! Escola pública é para garantir o acesso à informação, à aprendizagem contemplada por um programa sistematizado que possibilite ao ser humano o exercício de cidadania. Para todos os brasileiros, e não somente para os mais pobres, como é o pensamento corrente na sociedade do nosso país. E aí está uma questão...
O lema era e continua sendo “um povo educado é o que faz uma nação”! Então, educação para todos... Mas os governantes não deram conta dessa empresa e a sociedade não soube cobrar esse direito. Numa visão “salve-se quem puder” os mais abonados foram à procura de uma educação (não sei se de qualidade!?) oferecida pelas escolas particulares. Salvo exceções, a escola pública foi delegada aos cidadãos de baixo rendimento.
Sei que todos podem aprender. Mas sei, também, que problemas socioeconômicos, físicos e psicológicos influenciam a aprendizagem do aluno que deve dar respostas positivas a avaliações, num tempo estabelecido, que visam o controle e não, necessariamente, a aprendizagem. O aluno não conseguiu a nota mínima como mostra explícita de aprendizagem, então, reprova-se. Eis outra questão....
O aluno reprovado quase nunca consegue ser o bom aluno idealizado pelo sistema. Portanto, outra vez, reprova-se. Bem, a escola não é o seu lugar. Então, evade-se. A escola mantém a qualidade, mas está longe de proporcionar educação para todos. E aí? Reprovação em massa, além da crueldade cívica é feio para qualquer governante. O que fazer? Num toque de caixa e com mera troca de terminologias impostas, já foi provado, que não é a solução. E essa comprovação não demanda grandes pesquisas (possivelmente encomendadas). Basta estar em sala de aula para saber que a força da lei não é suficiente para solucionar o problema. Aprovação automática? Isso é inconcebível. A escola precisa se comprometer com a aprendizagem do aluno. Mais uma questão...
Eu sei, e vivo isso cotidianamente, que as especificidades físicas, intelectuais e sociais diversas dos alunos não permitem que todos caminhem no mesmo diapasão proposto. Tratamos da inclusão (alunos diagnosticados), da defasagem (distorção série/idade) e da dificuldade de aprendizagem do estabelecido pela escola. Cursos e palestras já nos fizeram conhecer os vários distúrbios que levam o alunado a aprender de forma e ritmo diferenciados. Mas, não nos ofereceram condições para a implementação de tudo isso. Faltam-nos estruturas física e humana que possibilitem a continuidade de bons projetos e boa vontade política para tirar a educação desse estado mórbido de descaso. Eis aí a grande questão!
A escola para se comprometer com a aprendizagem e a aprovação não pode contar só com os professores. Faz-se necessário uma rede bem tecida de profissionais que possam dar atenção a essa diversidade. A aprendizagem não acontece mais com o quadro, o giz, o caderno e o lápis. A complexidade da sociedade moderna exige novas e concretas intervenções profissionais afins e que tire o ranço da instituição escolar como local de ensino. Escola é lugar de proporcionar os vários meios de aprendizagem. Mas ela, ainda, é medida por provas periódicas iguais que geram dados estatísticos que não garantem a qualidade da aprendizagem. Provas periódicas iguais estão a serviço do controle e da caça aos culpados. E, entre tantas questões, mais uma questão... De quem é a culpa?
Marlene Aparecida de Catro Antinoro
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